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guia 2 lancamentoConteúdo é direcionado aos pais, com filhos a partir dos dois anos de idade, e conta com informações técnicas para uma dieta vegetal reconhecida como saudável em todos os ciclos da vida.

A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) - por meio do Departamento de Saúde e Nutrição - anuncia o lançamento do seu novo Guia Alimentar Vegetariano para crianças acima dos dois anos de vida e adolescentes até os 18 anos. Além de servir como referência para pais preocupados em oferecer uma alimentação mais saudável aos filhos, o material servirá ainda como complemento ao Guia Alimentar para crianças com até dois anos de idade, lançado pela SVB, no início de 2019. As iniciativas também buscam eliminar mitos e promover informação de qualidade que contribua com a formação de hábitos saudáveis desde a infância.

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carta compromisso feedPolíticos engajados no tema podem assinar o documento, que combate a crueldade animal e incentiva a alimentação saudável; lista com as adesões ficará disponível ao público na internet.

O público preocupado com a causa animal e a preservação do meio ambiente poderá contar com um importante aliado nas eleições deste ano. A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) vai colocar à disposição da população uma lista com os nomes e partidos dos candidatos aos cargos públicos municipais (prefeitos, vice-prefeitos e vereadores) que se comprometem a promover o vegetarianismo como uma alimentação ética, saudável e sustentável, além de combater a crueldade contra os animais. 

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feijao nosso de cada diaOs feijões são mundialmente reconhecidos por sua riqueza nutricional e versatilidade culinária. O que talvez poucas pessoas saibam é que eles fazem parte do grupo das leguminosas. Isso mesmo. A lista inclui os feijões preto e carioca, a lentilha, o tremoço, o grão de bico, a soja e a ervilha, cujas histórias se confundem com a da humanidade. Um estudo da Embrapa denominado Arroz e Feijão, explica que a existência dos tipos domesticados de feijoeiros foram datados há cerca de sete mil anos antes de Cristo (a.C.), na Mesoamérica, e se espalharam posteriormente por toda a América do Sul. 

Por outro lado, descobertas arqueológicas de 10.000 a.C., no Peru, sugerem que o feijoeiro pode ter feito o caminho inverso: domesticado na América do Sul e depois transportado para a América do Norte. O fato é que, a partir daí a variedade desenvolvida nas Américas se espalhou pelo mundo, sendo também encontrada em regiões da Europa, Ásia e África. A maioria dos estudiosos acredita que as guerras da antiguidade também teriam ajudado a espalhar a planta no mundo, uma vez que os guerreiros e soldados usavam o feijão como alimento nas viagens rumo aos campos de batalha. 

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SVB resposta bbcRealmente, respeitar os animais, preocupar-se com as mudanças climáticas, com agricultura sustentável e com a própria saúde são temas de interesse crescente e ainda bem que tenha virado moda. Esperamos que seja uma moda que chegue a todas pessoas, pois as respostas climáticas e pandêmicas estão nos alertando diariamente sobre a urgência de mudança dos nossos antigos hábitos.

Dizer que os argumentos dos veganos não são sérios chega a parecer uma piada de mau gosto do autor. Onde faltou seriedade realmente foi na argumentação da reportagem, que trouxe argumentos enviesados e bastante defasados.

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oleaginosas quadradoPesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE, também aponta alta nos gastos com carnes e alimentos preparados; piora nutricional ameaça economia e preocupa especialistas.

Os alimentos ‘in natura’ e minimamente processados perderam espaço na mesa do brasileiro, nos últimos quinze anos. O destaque ficou com os cereais, leguminosas e oleaginosas, que agora ocupam metade do espaço no orçamento doméstico, em comparação ao início dos anos 2000.

Os dados da última edição da POF, referente a 2017/18, mostram que a população destinou apenas 5% da despesa média mensal para o grupo deste tipo de alimento. Na edição de 2002/03 da mesma pesquisa, o índice era de 10,4%. As regiões Nordeste (6,7%) e Norte (5,7%) marcaram os melhores resultados no levantamento de 2017/18, enquanto o Centro-Oeste (5,1%), o Sudeste (4,5%) e o Sul (3,7%) ocuparam as últimas posições.

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proteina alternativa julho fisaBrasil produz mais de 250 milhões de toneladas de grãos como soja e feijão, sendo considerado um grande fornecedor de matéria prima vegetal.

A busca por uma alimentação mais saudável e equilibrada tem acelerado o crescimento das proteínas alternativas. O movimento é impulsionado pelo público conhecido como ‘flexitariano”. Este novo perfil de consumidor é mais consciente e consome menos produtos de origem animal por causa da preocupação com a saúde. O cenário já havia sido antecipado por uma pesquisa do Good Food Institute (GFI). O material divulgado em 2018 revelou que cerca de 60% dos entrevistados apontaram a preocupação com a saúde como o fator decisivo na redução do consumo de proteína animal. O número sobe para 70% quando restrições médicas como alergias e intolerâncias também são consideradas.

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