| |
|
Pablo Fernández Beri
nasceu em Montevidéu, Uruguai. Vegetariano há 4 anos e vegano há 3, na atualidade mora em Ciudad de la Costa. Professor de inglês e preocupado com os processos subconscientes de aprendizagem que têm um alto grau de especismo, entende ser imprescindível uma alternativa que postule a convivência pacífica entre todos os seres vivos.
"Antigamente eu aceitava o consumo de animais como algo normal, sem questionar o fato de que isso acontece por causa de um mandamento social inquestionado. Como pode ser que alguns animais tenham o destino socialmente aceitado de ser mortos num matadouro, outros sejam protegidos e outros tenham o direito de dispor dos referidos acima? |

|
O veganismo é a única filosofia coerente com a vida, a saúde, o meio ambiente e os outros seres humanos." Fernández Beri somou-se ao esforço ativista uruguaio junto com AnimaNaturalis, e, desde outubro de 2004 a um grande projeto que era imprescindível no Uruguai: criar a primeira união de vegegetarianos e veganos. Assim, desde fevereiro de 2005 a União Vegetariana e Vegana do Uruguai (UVVU
www.uvvu.tk), e a Sociedade Vegetariana Uruguaia cumprem o papel fundamental de juntar aqueles que desejem colocar em prática um modo compassivo de vida.
Pablo Fernández Beri estará apresentando no 1o Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino-americano o seguinte tema:
- A cultura do especismo e a cultura da convivência
- Vivemos numa cultura que podemos denominar especista.
- O humano prima sobre o não-humano.
- A noção de que podemos usar, e, portanto, abusar dos animais é inculcada desde que somos muito jovens.
- Todo aquele que não se encaixa dentro desta cultura, é visto como "esquisito", "estranho", "alheio".
- Os veganos, vegetarianos, naturistas, ou qualquer outra filosofía que não pertença ao consumismo especista, é taxado de minoritário, esquisito ou doente.
- Quando os veganos trasmitem seus pontos de vista, o mais provável é que gerem repúdio e, automaticamente, um sentimento de defesa na maioria das pessoas.
- Muitas vezes nos catalogam de "fechados", "dogmáticos" ou "não adaptados"
- O não especista não pode ser rotulado de dogmático, já que é a aplicação do conceito de libertade em seu mais amplo sentido.
- "Minha liberdade termina onde começa a dos demais" não pode ser aplicado só a seres humanos.
- Vivemos neste planeta junto a seres não-humanos também.
- Há estudos que provam a vinculação existente entre criminosos perigosos com crueldade e abuso de animais na infância e na juventude.
- O ser humano não é carnívoro, por isso não precisa se alimentar de nutrientes de animais mortos.
- O consumo de carne e derivados de animais não é mais que cultural, fomentado por fortes interesses da industria frigorífica, láctea, do couro etc.
- Desde pequenos nos inculcam a noção de que os animais são para nosso consumo, idéia que, esta sim, é verdaderamente dogmática, diferentemente do veganismo, que se opõe a este conceito.
- Está em nós buscar formas de comunicar nossa mensagem como uma mensagem de paz verdadeira, de convivência entre todos os seres viventes.
- Estão a nossa disposição infinidades de ferramentas e recursos pedagógicos para trasmitir a idéa de veganismo, sem que necessariamente implique confrontar o questionamento da moral dos demais.
- Ninguém faz o mal pensando que o faz, senão que se pensa que se age da melhor forma possível.
- Existem muitas formas possíveis de transmitir a menssagem... (educação, atividades, jogos, recreação etc.)
_____________
Troque informações com pessoas interessadas em ir para o Congresso. Para se inscrever envie mensagem para cvb-la-subscribe@yahoogrupos.com.br
Troque informações com pessoas interessadas em ir para o Congresso (espanhol). Para se inscrever envie mensagem para cvlayb-subscribe@gruposyahoo.com.ar
Informações:
48 3269 3794 (Florianópolis)
|
|