2o Congresso Vegetariano Brasileiro
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Rafael Bán Jacobsen PDF E-mail
09-Jun-2008

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Rafael Bán Jacobsen  nasceu em 21 de maio de 1981 em Porto Alegre. É físico, professor, pianista, poeta e escritor. Participou de inúmeras coletâneas e tem grande quantidade de artigos publicados em jornais e revistas. Em 1998, lançou seu primeiro livro individual, Tempos & Costumes, recebendo o Prêmio Açorianos de Destaque em Narrativa Longa.

Em julho de 2005, lançou seu primeiro romance Solenar, também agraciado com o Açorianos em 2006. É sócio do Grêmio Literário Castro Alves (GLCA), da Casa do Poeta Rio-Grandense (CAPORI), membro do Partenon Literário e ocupante da Cadeira número 11 da Academia de Artes Ciências e Letras Castro Alves (AACELCA). Trabalha, atualmente, com pesquisa em Cosmologia e em Física Nuclear e de Partículas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde realizou bacharelado e mestrado. Prepara o lançamento de seu novo romance, Uma Leve Simetria.

Rafael é coordenador do Grupo SVBPOA, da Sociedade Vegetariana Brasileira, em Porto Alegre. Rafael Bán Jacobsen estará apresentando no 2o Congresso Vegetariano Brasileiro o seguinte tema:

Vozes vegetarianas na literatura

Em complementação à visão filosófica da questão vegetariana, seria interessante revisar de que forma a filosofia vegetariana de respeito aos direitos animais surge, periodicamente, ao longo de toda história da literatura, nas obras de alguns dos maiores escritores que a humanidade já produziu. Nessa jornada revisionista, encontraremos textos de Khalil Gibran, Jonathan Swift, Kafka, Bernard Shaw, Tolstói, Bashevis Singer, Machado de Assis, entre outros. Tal diversidade de autores, tão distantes cronológica, geográfica e mesmo esteticamente, aponta a ausência de fronteiras e a atemporalidade do seguinte questionamento: o que representa, do ponto de vista ético, para nós, seres humanos, nos utilizarmos dos corpos de outros animais para tantos fins, até mesmo para nossa alimentação? Somando todas essas vozes, buscaremos uma resposta-síntese a essa pergunta, uma resposta não ditada pela lógica racional, mas sim pela memória sensível da humanidade – a literatura.

Também tenho me dedicado muito a esse tema. Envio, em anexo, um artigo completo que redigi sobre o tema. O artigo já foi veiculado em um jornal de literatura de Porto Alegre e seu conteúdo já foi apresentado em forma de palestra em mais de uma agremiação literária gaúcha.

Clique aqui para ler o artigo  

 
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