|
Rafael Bán Jacobsen nasceu em 21 de maio de 1981 em Porto Alegre. É
físico, professor, pianista, poeta e escritor. Participou de inúmeras
coletâneas e tem grande quantidade de artigos publicados em jornais e revistas.
Em 1998, lançou seu primeiro livro individual, Tempos & Costumes, recebendo o Prêmio Açorianos de Destaque em Narrativa Longa.
Em
julho de 2005, lançou seu primeiro romance Solenar,
também agraciado com o Açorianos em 2006. É sócio do Grêmio Literário Castro
Alves (GLCA), da Casa do Poeta Rio-Grandense (CAPORI), membro do Partenon
Literário e ocupante da Cadeira número 11 da Academia de Artes Ciências e
Letras Castro Alves (AACELCA). Trabalha, atualmente, com pesquisa em Cosmologia
e em Física Nuclear
e de Partículas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde realizou
bacharelado e mestrado. Prepara o lançamento de seu novo romance, Uma Leve Simetria.
Rafael é coordenador do Grupo SVBPOA, da Sociedade Vegetariana Brasileira, em Porto Alegre.
Rafael Bán Jacobsen estará apresentando no 2o Congresso Vegetariano Brasileiro o seguinte tema:
Vozes vegetarianas na literatura
Em complementação à visão filosófica da questão vegetariana, seria interessante revisar
de que forma a filosofia vegetariana de respeito aos direitos animais
surge, periodicamente, ao longo de toda história da literatura, nas
obras de alguns dos maiores escritores que a humanidade já produziu.
Nessa jornada revisionista, encontraremos textos de Khalil Gibran,
Jonathan Swift, Kafka, Bernard Shaw, Tolstói, Bashevis Singer, Machado
de Assis, entre outros. Tal diversidade de autores, tão distantes
cronológica, geográfica e mesmo esteticamente, aponta a ausência de
fronteiras e a atemporalidade do seguinte questionamento: o que
representa, do ponto de vista ético, para nós, seres humanos, nos
utilizarmos dos corpos de outros animais para tantos fins, até mesmo
para nossa alimentação? Somando todas essas vozes, buscaremos uma
resposta-síntese a essa pergunta, uma resposta não ditada pela lógica
racional, mas sim pela memória sensível da humanidade – a literatura.
Também
tenho me dedicado muito a esse tema. Envio, em anexo, um artigo
completo que redigi sobre o tema. O artigo já foi veiculado em um
jornal de literatura de Porto Alegre e seu conteúdo já foi apresentado
em forma de palestra em mais de uma agremiação literária gaúcha.
Clique aqui para ler o artigo
|